Uma das características do pensamento, ou da maneira de pensar de agora, nesta época a que se chama pós-moderna, não é tanto se o Cristianismo ou a Bíblia são historicamente fidedignos.
Para muita gente - pelo que se ouve, se lê, se comenta - a questão de "verdadeiro ou falso" para a religião, é um tanto superflua, inútil. Não interessa muito.
"A religião é uma questão subjectiva", dizem. Ponto final. É questão pessoal, privada. Verdadeiro ou falso, isso épolémica que não interessa.
Mas a religião, qualquer uma, pode ser benéfica. E é, para muitos, mesmo cépticos ou agnósticos.
E não se passa daí...
Já o Presidente D. Eisenhower, há 50 anos, afirmou : «O nosso governo não faz sentido a menos que seja fundamentado numa fé religiosa sentida profundamente. Não me importa qual seja ela.» ( Tirei esta citação do livro "Verdade Absoluta" de Nabcy Pearcy, que recomendo ).
É isso. Ser útil, ser benéfica.
Aliás muita gente prefere o termo "espiritualidade" ao de "religião".
Contudo... Ter Fé em Deus, crer e integrar a Vida de Cristo, crer na Bíblia, segui-la e divulgá-la como a Palavra de Deus, tudo isso sem suporte histórico que torna essa Fé fiável ( passe o anaforismo fonético ) não passaria de uma filosofia volátil, vazia.
«Se Cristo não tivesse ressucitado seria vão o nosso discurso religioso, seria vã a nossa Fé, seríamos falsas testemunha de Deus», escreveu São Paulo na 1ª Carta aos Coríntios, cap. 15.
Adorar Deus, seguir Cristo, ter a Bíblia como regra de Fé e conduta, por mero misticismo, por simples espiritualismo ?
Para mim não serviria.