Marçal Grilo, ex-Ministro da Educação publicou, um livro, «SE NÃO ESTUDAS ESTÁ TRAMADO». Vou lê-lo.
Mas este título é o primeiro princípio a que é impossível esquivar-se.
Outro, visando os Profs, é
SE NÃO DOMINAS MUITO BEM A MATÉRIA QUE ENSINAS, ESTÁS TRAMADO(A).
Associado, com certeza, a uma Pedagogia e a uma Metodologia adequadas e racionais.
E por último há um outro, incontroverso :
SE A ESCOLA NÃO FOR UM LUGAR DE DISCIPLINA E DE TRABALHO
ESTAMOS TODOS TRAMADOS.
Os dois primeiros são aplicáveis naturalmente a todo o espaço de aprendizagem, mesmo extra-escolar.
A propósito do terceiro fundamento há países e governos que re-integram alunos problemáticos
em termos de disciplina e de aceitação da Escola como instituição de disciplina e de trabalho,
em Empresas nas quais recebem uma gratificação mínima, complementando ao mesmo tempo de forma mais expedita a sua escolaridade.
Não sei se em Portugal alguma vez se tentou isso. Julgo que não. Mas é uma medida sensata.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo cuja legalização nos impõem, em Portugal como no resto do mundo, em todo o caso onde se vive num enquadramento de civilização dita ocidental, não me parece, nem a mim nem a muita gente, não parece, repito, que pretenda apenas legitimar a união entre dois homens ou entre duas mulheres no moldes matrimoniais tradicionais, ou seja duas pessoas, marido e esposa, vivendo em fidelidade toda a vida, no bem e no mal que a vida venha a permitir, e cultivando o amor entre si toda essa essa existência comum.
Isso é romantismo a mais..., dirão eles.
Não duvido então que os lobbys de pressão nessa área, pretendem que vingue, e acabe por ser reconhecido e aceite, um determinado conceito de união matrimonial : a liberdade de se viver com quem se quiser, o tempo que se entender e nas formas a que os sentidos e os impulsos emocionais conduzirem.
Para já, se se pretende não discriminar a união bizarra e anti-natura de dois homossexuais, então porque se há-de discriminar - pergunto eu - quem entenda não ver nada de anómalo nem de excêntrico na poligamia ?
E, mais. Vendo bem, a pedofilia, dentro de certos moldes e parâmetros ( isto sou eu a supor o possível raciocínio das forças de pressão que referi ) que direito tem a Sociedade de discirminar os pedófilos ?
Num futuro, se calhar, a mais curto prazo do que se pensa, isso - que se entende por casamento ou união legal entre "gays" - quer sim convulsionar conceitos básicos de relação entre as pessoas !
Nós, cristãos, não podemos ficar a ver passar o desfile...
De um livro, «A IGREJA» de Charles-Marie Guillet, teólogo católico romano - um texto interessante pelo reconhecimento de alguns deslizes, graves, naquilo que distingue tradições da igreja de Roma, dos fundamentos do Cristianismo bíblico, evangélico - nesse livro, já de 1988, diz o autor num capítulo em que se refere só a Maria,
«(...) Também Pio XII ao definir a Assunção de Maria, na festa de Todos os Santos (1 de novembro de 1950 ), não revela o que a Escritura não diz em parte alguma : a maneira, o lugar, o momento da sua exaltação ao céu; (Pio XII ) exprime apenas, com sobriedade, o que a comunidade católica apreendera acerca de Maria à luz da ressurreição de Jesus : "No fim da sua caminhada terrestre a Mãe de Deus, Virgem sem mancha, Maria, foi assumida em corpo e alma, na glória celeste». ( O negrito é meu ).
A que extremos de dessarazoado pode chegar uma devoção sem qualquer suporte bíblico !
«(...)Quando o Espírito veio, a Vida real de Jesus Cristo passou para a daqueles homens reunidos.
E partir daí ( todos os crentes em Cristo ) puderam dizer :
"Já estou crucificado com Cristo
e vivo não mais eu mas Cristo vive em mim,
e a vida que agora vivo na carne,
vivo-a na Fé do Filho de Deus,
o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim" ( Gálatas 2 : 20 ).
Foi assim que no Pentecostes, em Jerusalém, se criou uma nova Assembleia, vivendo de uma Vida Nova,
a Igreja de Cristo !»
( THE ACTS OF THE APOSTLES, Campbell Morgan )
A Bélgica será o primeiro país europeu a interditar - por uma decisão parlamentar - o uso da burqa. Se é que não o fez já.
Os motivos são ao mesmo tempo de segurança, ( o impedimento de identificação pessoa, em público ) e sociais, ( normas de viver em sociedade ).